Perdi o bonde e a esperança
Volto pálido para casa.
A rua é inútil e nenhum auto
passaria sobre meu corpo.
Vou subir a ladeira lenta
em que os caminhos se fundem.
Todos eles conduzem ao
princípio do drama e da flora.
Não sei se estou sofrendo
ou se é alguém que se diverte
porque não? na noite escassa
com um insolúvel flautim.
Entretanto há muito tempo
nós gritamos: sim! ao eterno.
(Soneto da perdida esperança. Carlos Drummond de Andrade)
Volto pálido para casa.
A rua é inútil e nenhum auto
passaria sobre meu corpo.
Vou subir a ladeira lenta
em que os caminhos se fundem.
Todos eles conduzem ao
princípio do drama e da flora.
Não sei se estou sofrendo
ou se é alguém que se diverte
porque não? na noite escassa
com um insolúvel flautim.
Entretanto há muito tempo
nós gritamos: sim! ao eterno.
(Soneto da perdida esperança. Carlos Drummond de Andrade)

1 Comments:
Ha pasado el tiempo y sin embargo, el sabor de tu cuerpo sigue igual. Tu espalda, desierto suave donde me pierdo, tiene el agridulce sabor del despertar. Tu vientre es cálido como un abrazo y cuando lo beso, mis labios se impregnan de sal marina y de tardes de domingo, cuando, medio dormido, te acaricio y te desnudo. Tu pelo me recuerda a la libertad del mar. Te comeria, te besaria. El tiempo pasa y aunque soy más viejo, tu olor sigue siendo el mismo. Dicen que el tiempo cura las heridas. Ha pasado el tiempo y cómo recuerdo tu cuerpo....
Postar um comentário
<< Home